Print Friendly, PDF & Email
Share Button

Envie aqui seu comentário (2 comentários) deste artigo

  1. Nana disse em

    Caramba! Nunca ia imaginar!!!! Mas eu sempre falei, os egípcios começaram e inventaram tudo, mas ninguém acredita em mim kkkkkk!

    Responder

    • mariana disse em

      Isso aí, na gastronomia aprendemos de tudo a cada dia…

      Responder

Deixe seu comentário

Pode ser meio decepcionante, mas essa pasta conhecida dos frequentadores de restaurantes japoneses no Brasil como wasabi, de aroma e sabor característicos – não é wasabi. Tão indissociável de sushis e sashimis quanto o shoyu e o gengibre, esse condimento é, na verdade, uma mistura de raiz-forte, corante e outros aditivos. Por serem da mesma família, as crucíferas, e compartilharem o mesmo componente responsável pela ardência, é comum a raiz-forte e o wasabi serem tidos como “gêmeos”. Mas em estado natural, lado a lado, wasabi e raiz-forte não poderiam ser mais distintos.

A raiz-forte (Armoracia rusticana) é uma raiz de origem europeia. Segundo o botânico Gil Felippe, já era conhecida pelos egípcios, gregos e romanos. Alan Davidson, em The Oxford Companion to Food, conta que a raiz-forte era amplamente difundida por ser um dos poucos condimentos cativos nas cozinhas medievais antes da difusão das especiarias – cravo, canela, pimenta-do-reino – no século 16. Durante muito tempo, a raiz-forte foi fundamental para melhorar o sabor de carnes, peixes e ovos, além de ter ação antibacteriana”.

Fonte (p/ler toda matéria): http://www.estadao.com.br